Glúten: Acabe com todas as Suas Dúvidas!

Escrito por Julia Murça

07 de julho de 2017

Tirou o Glúten, e agora?


Quando falo sobre tirar o glúten da alimentação, as pessoas questionam: “Mas se eu parar de comer glúten, o que vou comer?”

A resposta é bem simples: tudo que não tem glúten! Temos uma grande variedade de alimentos sem glúten, disponíveis e acessíveis, saudáveis e gostosos! Acredito que cerca de 95% dos alimentos do planeta terra não tem glúten. E cerca de 90% dos produtos alimentícios que vem da indústria tem e também temos hoje vários produtos como pães, massas, bolos e biscoitos sem glúten.

O que é Glúten?

Glúten ou “cola” em latim, é uma proteína composta que atua como material adesivo, aglutinando a farinha para panificação, incluindo bolachas, biscoitos e massa de pizza. Ele desempenha um papel fundamental no processo de fermentação fazendo o pão crescer quando o trigo é misturado ao fermento.

O glúten é usado na indústria como aditivo alimentar em quase todos os produtos. Também é usado em produtos de higiene. Tem glúten até no seu xampu.

No glúten temos dois tipos de proteínas, gliadina e glutenina. Ambas podem causar alergias e processos inflamatórios.

Moda?

Alguns nutricionistas e médicos desinformados afirmam que essa história do glúten não passa de uma moda. Ledo engano. Moda passa. Isso não vai passar. É uma realidade cada vez maior.  Muitas pessoas estão adoecendo em razão de uma alimentação disfuncional baseada nessa cola adesiva denominada glúten.

Acredito que o glúten seja um veneno moderno. Cada vez mais pesquisas estão levando médicos a prestar atenção e reavaliar a situação geral, no que diz respeito a transtornos digestivos e cerebrais.

Boa noticia

Bom, se o glúten é o responsável por essa infinidade de transtornos, basta não consumir. Ou seja, é possível curar esses males em amplo espectro com uma prescrição bem simples: tirar o glúten da dieta.

O que tem glúten?

Tem glúten no trigo, cevada, centeio e malte. Aveia não tem glúten, mas geralmente é manipulada no mesmo maquinário onde é manipulado o trigo e por isso ela pode conter glúten.

O que não tem glúten?

Todos os vegetais, ou seja, todas as verduras, todos os legumes, todas as frutas, todos os grãos (sem glúten) e raízes… e ervas e especiarias.. todas as castanhas.. etc. São tantos itens que não dá pra listar.  
Ou seja, uma enormidade de alimentos saudáveis e nutritivos que podem compor o seu cardápio.
Basta você se dispor a aprender mais, que um novo mundo, sem glúten, irá se revelar para você!

O que mudou?

Mas se glúten faz tão mal assim, porque consumimos ele por tanto tempo sem problemas?
Porque o glúten de hoje não é o mesmo de antigamente.
Nas palavras do Dr. Edson Saraiva, nutrólogo especialista em doenças autoimunes, ”nós criamos um dragão moderno”.
Em 1954 iniciaram-se as alterações genéticas do grão de trigo que hoje tem cerca de 3 vezes mais um aminoácido chamado prolina, que é extremamente inflamatório.
Essa transformação genética foi feita inicialmente a base de radioatividade, pois não havia ainda engenharia genética. O trigo de hoje além de mutante é também transgênico.

Trigo Original

O trigo original dos nossos antepassados chamado Einkorn, é diferente em diversos aspectos. Seus grãos são menores e mais estreitos do que o trigo moderno. O teor de glúten chega a ser quatro vezes menor e de um tipo diferente – é um tipo de glúten que possui 14 cromossomos, contra 28 do trigo moderno.

O trigo tão popular da era moderna, também conhecido por trigo-anão, é um produto de manipulação genética e hibridização, resultado de gerações e gerações de cruzamentos e seleção de sementes em busca do máximo teor de amido e glúten, os quais são os elementos essenciais da estética e textura normalmente almejados nos produtos alimentícios da indústria, porém de difícil digestão para o corpo.

É um tipo de trigo resistente e de alta produtividade na colheita.
Toda essa alteração ocorreu para atender a necessidade da indústria alimentícia, mas esqueceram que era pra comer.

Sintomas

Muitas e muitas pessoas hoje estão sofrendo com dores de cabeça, distensão abdominal, dor abdominal, náusea, congestão nasal, prisão de ventre, diarréia, depressão, déficit de atenção e não tem a menor ideia de que tudo isso pode estar sendo causado pelo glúten.

Muitos médicos simplesmente ignoram a forma como seus pacientes se alimentam e por isso não fazem a ligação de todo esse sofrimento com o uso do glúten.

Dr. David Pearmutter, neurologista especializado em processos inflamatórios, cita inúmeros relatos de pacientes que retiraram o glúten de suas vidas e simplesmente pararam de ter todos os sintomas acima.

Porém, vários artigos médicos documentam a correlação entre todos esses sintomas.

Alguns estudos têm mostrado também a correlação do uso do glúten com transtornos mentais e motores, mostrando que apenas a retirada desse alimento da dieta, resolve o problema por completo em vários casos.

Pesquisas mostram que o glúten está relacionado a:

  • Problemas de memória
  • Ligeira perda cognitiva
  • Problemas de foco e concentração
  • Transtorno de atenção e hiperatividade
  • Depressão
  • Ansiedade e estresse crônico
  • Transtorno de humor
  • Epilepsia
  • Insônia
  • Dores de cabeça crônicas e enxaqueca
  • Síndrome de Tourette
  • Problemas intestinais
  • Síndrome do cólon irritável
  • Diabetes
  • Sobrepeso e obesidade

Mesmo que você não sofra de nenhum dos males acima, você pode se prevenir e com a retirada do glúten você vai ganhar bem estar imediato.

Vale tanto para crianças e jovens quanto para idosos.

Sensibilidade

O glúten é uma molécula complexa formada por vários aminoácidos. A pessoa pode ter sensibilidade a um, alguns ou todos eles.

Existem casos de sensibilidade ao glúten que envolvem todos os sintomas citados anteriormente e existem casos de sensibilidade extrema chamada doença celíaca.

Existem também pessoas que consomem glúten e não apresentam nenhum dos sintomas acima. Porém, eu posso garantir uma coisa: mesmo que o glúten não te faça nenhum mal, ele não faz nenhum bem.

A sensibilidade ao glúten pode atingir qualquer órgão do corpo mesmo que o intestino delgado seja totalmente poupado.

Essa sensibilidade a alimentos geralmente pode ocorrer por duas razões:

  • Uma resposta imunológica do corpo reconhecendo a substância glúten como elemento estranho e lutando com ele ou;
  • Falta de enzimas digestivas.

Absorção de Nutrientes

Em razão de sua característica colante, o glúten interfere na quebra e na absorção dos nutrientes. A comida não digerida deixa um resíduo pastoso no intestino que desperta o sistema imunológico a entrar em ação.

Essa pasta colante resulta também em um ataque ao revestimento do intestino. Compreenda que quando o corpo reage negativamente a um alimento ele tenta controlar os danos enviando moléculas inflamatórias mensageiras que rotulam as partículas de alimento como inimigas.

Intestino Permeável

Essa reação inflamatória leva o sistema imunológico a enviar continuamente substâncias químicas inflamatórias que matam as nossas células no esforço de exterminar os inimigos. Esse processo muitas vezes danifica os tecidos, comprometendo as paredes do intestino, um problema conhecido como intestino permeável.

Quando o intestino se torna permeável nos tornamos suscetíveis a sensibilidades alimentares diversas. E com essa parede intestinal permeável, muitas toxinas que deveriam ser descartadas entram na corrente sanguínea e vão para todos os órgãos.

Glúten e as doenças degenerativas do cérebro

“Seu cérebro: pesa 1,5 kg e tem 150.000 km de vasos sanguíneos; possui mais neurônios do que existem estrelas na via láctea; é o órgão mais pesado do seu corpo; pode estar sofrendo neste exato momento, sem que você faça a menor ideia…”
Dr. David Pearmutter.

As pessoas que têm doenças degenerativas do cérebro como Alzheimer, Parkinson e demências em geral, apresentam um alto índice de citocinas inflamatórias no sangue. Essas citocinas são anticorpos anti-gliadina, a molécula do glúten.

Autismo

Esse é o caso também do autismo. Mais e mais pesquisas têm mostrado que crianças diagnosticadas com autismo tem apresentado melhoras drásticas na parte cognitiva e motora quando retiram o glúten da dieta.

Um dos mais respeitáveis pesquisadores de doenças cerebrais da Inglaterra, Professor Marios Hadijvassiliou, publicou um artigo na revista Lancet, afirmando que:

“99% das pessoas com problemas neurológicos têm uma reação negativa ao glúten e elas nem sequer sabem disso.”

Vício

 

No livro barriga de trigo o médico William Daves cita:

“Esse é seu cérebro viciado em trigo: a digestão gera componentes similares a morfina que aderem aos receptores opiáceos do cérebro. Isso induz uma forma de recompensa, uma euforia moderada. Quando esse efeito é bloqueado e não se consomem alimentos liberadores de endorfina algumas pessoas sofrem de uma abstinência perceptível e desagradável.”

Dito isso, não causa nenhuma surpresa que a indústria alimentícia coloque glúten em praticamente todos os seus produtos.

A maioria de nós aceita que o álcool e o açúcar causam esse distorcido bem estar e consequentemente o vício. Mas não fazem essa associação com o glúten.

Exame de sensibilidade

Muitas pessoas acreditam que suas mazelas não tem nada a ver com glúten. Os exames de sensibilidade são falhos e geralmente dão negativo erroneamente. A melhor forma para descobrir se você tem sensibilidade a esse produto é retirando-o da sua dieta. 

O excesso no consumo de glúten e açúcar na sociedade atual tem causado o envelhecimento precoce e doente de uma grande maioria de pessoas. Estamos vivendo uma epidemia de transtornos. Faça o teste, retire o glúten da sua dieta e veja como você se sente.

O cérebro

O fato de nosso cérebro ser sensível ao que comemos já circula silenciosamente na nossa literatura médica a anos. É uma informação que precisa chegar ao público que é enganado por uma indústria que vende alimentos buscando apenas lucro.

Estudiosos do assunto dizem que uma parte da população é sensível ao glúten a nível de sistema digestório, mas afirmam que todo cérebro tem uma reação negativa a este ingrediente, em menor ou maior escala.

Diabetes e Alzheimer

Diabetes e alzheimer são hoje as doenças mais dispendiosas para nossa sociedade, e contudo são as mais simples de serem prevenidas. Ter diabetes duplica o risco de ter mal de Alzheimer. Um dos acontecimentos mais importantes e de maior impacto no declínio generalizado da saúde cerebral humana foi a introdução do grão de trigo moderno na nossa dieta.

As pesquisas que descrevem o alzheimer como um terceiro tipo de diabetes começaram a surgir em 2005, mas a correlação entre uma dieta inadequada e o alzheimer só veio à luz recentemente, graças a novos estudos.

Esses estudos são assustadoramente convincentes. A ideia de poder prevenir o alzheimer, e outros transtornos neurológicos, com uma simples mudança naquilo que comemos é espantosa.

Existem vários estudos mostrando que o glúten impacta diretamente a saúde humana, principalmente o intestino e o cérebro.

Nesses estudos o Glúten é cotado como um dos principais causadores de demência.

Mitos

Existem vários mitos duradouros em relação às doenças degenerativas do cérebro, incluindo Alzheimer.
Afirmações como Alzheimer é genético, é inevitável ou “é quase certo se você chegar a 80 anos terá desenvolvido a doença”.

O destino do seu cérebro não está nos seus genes, está no que você come.
Começa no pãozinho de cada dia. A mais querida base da nossa dieta alimentar, que são os grãos integrais, carboidratos e frutas são um grupo de terroristas silenciosos que atacam diretamente nosso cérebro e aceleram o processo de envelhecimento de dentro pra fora.

Índice glicêmico

Muita gente sabe que açúcar causa um aumento no índice glicêmico, mas nem desconfiam que isso acontece também com o glúten.

Índice glicêmico é um valor numérico que reflete a medida da rapidez com que o nível de açúcar no sangue sobe depois de comer determinado alimento. O índice glicérico vai de zero a cem, sendo que os valores mais altos representam os alimentos que causam uma elevação mais rápida no nível de açúcar no sangue.

A alteração drástica do índice glicêmico causa diversos problemas, como diabetes e alzheimer, considerado hoje um tipo de diabetes.

Você sabia que um pedaço de pão tem mais maior índice glicêmico do que uma barra de chocolate? Pois é.

A verdade sobre os grãos integrais

O glúten é o pior deles, mas todos os grãos, geralmente abarrotados de ingredientes inflamatórios, podem causar irritação no sistema nervoso. O estrago geralmente começa com incômodos diários como dor de cabeça, ansiedade sem motivo, irritabilidade e podem evoluir para transtornos mais fortes como depressão e crises de pânico. Fora os problemas metabólicos comuns como resistência à insulina, insônia e demência.

Seu cérebro não sente dor

O cérebro não sente dor, ou seja, quando ele está inflamado ele não acusa isso. As pesquisas do Dr. Hadijvassiliou, geraram uma publicação no Jornal de Neurologia, Neurocirurgia e Psiquiatria intitulado “A sensibilidade ao glúten como doença neurológica” que diz:

“Levou-se quase 2 mil anos para se reconhecer que uma proteína alimentar comum, introduzida na dieta humana de forma relativamente tardia em termos evolutivos (cerca de 10 mil anos atrás) pode produzir doenças no ser humano não apenas no intestino, mas também na pele e no sistema nervoso. Inúmeras manifestações neurológicas de sensibilidade ao glúten podem ocorrer sem o envolvimento do intestino, e por isso os neurologistas precisam se acostumar com as manifestações neurológicas mais comuns e as formas de diagnosticar a doença.”

Ele conclui o estudo informando que é errado associar a sensibilidade ao glúten apenas ao intestino. Ele afirma que a sensibilidade ao glúten é um estado de reatividade imunológica aumentada que afeta todos os órgãos.

Depressão

Vários estudos mostram que o glúten causa depressão e variações de humor. Ele machuca seu intestino e é no seu intestino que cerca de 90% da serotonina e dopamina são produzidas, afetando a produção dos hormônios do bem estar.

Ninguém fala da Dieta

Todos os dias a gente houve que tem uma nova droga pra tratar o câncer, Alzheimer, diabetes, mas ninguém fala da causa, ninguém fala da dieta, de como tudo começou.

O primeiro caso de Alzheimer foi diagnosticado em 1910, 3 décadas após a drástica mudança alimentar ocasionada pela revolução industrial, que deu início a agricultura moderna, que por sua vez aumentou em 300% o consumo de grãos, principalmente o trigo e seus derivados.

A partir daí, começaram a aparecer as doenças degenerativas. Existe um estudos que mostra que populações indígenas tinham zero casos de diabetes até serem expostas a dieta ocidental.

Outra pesquisa mostra que as mulheres japonesas que se alimentam de forma ancestral tem 0% de risco de câncer de mama enquanto as japonesas que vivem no EUA apresentam 50% de chances de desenvolver a doença.

Estudos mostram que uma ilha grega chamada Icária tem o menor índice de demência e doenças cardíacas da terra em razão de uma dieta baseada em peixe limpo, azeite, verduras e frutas silvestres, além de muito sol e exercício físico.

O mesmo estudo mostra que a ilha de Manhattan tem o maior índice de doenças degenerativas do planeta, onde a dieta tem como base cerca de 80% de carboidratos e um estilo de vida estressante, nada saudável. Não é coincidência. É resultado.

Hoje até nossas crianças estão apresentando diabetes, obesidade e problemas neurológicos.

Atenção aos rótulos

Para quem quer viver sem glúten, é preciso prestar atenção aos rótulos.
Glúten pode também ser apresentado como:

  • Amido modificado
  • Ciclodextrina
  • Complexo peptidico
  • Corante caramelo
  • Dextrina
  • Externato de levedura
  • Extratos fermentados de grãos etc.

Depois de tudo isso, o que podemos fazer para preservar nossa saúde?

Solução

Tirando o glúten da sua dieta, você ganha qualidade de vida!

Além de tirar o glúten, você pode tomar algumas atitudes para recuperar o estrago causado por anos de glúten, principalmente em relação aos danos no cérebro.  

Uma dessas atitudes é o uso de suplementação.

Suplementos essenciais

  1. DHA: acido graxo omega 3 essencial para a saúde do seu cérebro
  2. Resveratrol: composto natural encontrado na uva, daí a sugestão de uma taça de vinho diária, que não apenas retarda o envelhecimento como estimula o fluxo sanguíneo no cérebro e ajuda a saúde do coração.
  3. Cúrcuma: prima do gengibre, um forte antioxidante e antiinflamatório. É usada a milhares de anos nas medicinas chinesa e indiana.
  4. Probióticos: Novas e impressionantes pesquisas mostram que ingerir uma boa quantidade de probióticos podem influenciar o comportamento do nosso cérebro, e ajudar a aliviar o estresse, a ansiedade e a depressão
  5. Óleo de coco: ajuda a tratar e prevenir doenças degenerativas. Não apenas é um super combustível para o cérebro, mas também reduz processos inflamatórios
  6. Ácido alfa-lipoico: Encontra-se em todas as células do corpo, e é necessário para produção normal de energia. Atua como um poderoso antioxidante.
  7. Vitamina D: que na verdade não é uma vitamina, pois trata-se de um hormônio. A vitamina D tem funções em todo o corpo, mas é sabido que ela regula enzimas no cérebro, e o fluido cérebro-espinhal, envolvidos na produção de neurotransmissores e que estimulam o crescimento dos nervos. Estudos mostram que a vitamina D protege nossos neurônios dos efeitos danosos dos radicais livres reduz processos inflamatórios.

Para uma correta suplementação procure ajuda de uma médico de confiança que entenda de nutrição.

Escolhas

Para se ter saúde, é preciso ter conhecimento. Com conhecimento podemos fazer as escolhas certas.

Cada escolha causa um impacto, negativo ou positivo.

Quanto mais conhecemos a respeito de nós mesmos e sobre os alimentos, mais a nossa própria inteligência consegue distinguir o que nos faz bem do que nos faz mal.

Eu sei que muitos não conseguem se imaginar sem pão, massas e bolos.

Parte disso vem da nossa cultura e parte vem da necessidade de saciação do vício causado pelo glúten.

Isso acontece também em razão da alta disponibilidade do produto, o que faz com que você ache, mesmo que inconscientemente, que não tem nada de errado com ele, já que tem em toda esquina e a por um valor irrisório.

Está na hora de quebrar paradigmas e se dedicar a uma investigação mais aprofundada das coisas.

Questione-se

Faça um questionamento e responda sinceramente!

Que parte de você ainda quer sofrer? Que parte de você ainda quer adoecer? Que parte de você ainda se nutre de coisas negativas?

A resposta será sua chave de transformação!

Isso não é somente em relação ao glúten, refere-se a todos os alimentos que nos causam mal, nos adoecem, encurtam ou afetam nossa vida de forma negativa.

E também se refere a todas as atividades que sabemos que nos fazem bem, como meditar, caminhar, orar…

Encontre tempo para cuidar da sua alimentação e transforme a sua vida.

É possível ter prazer e saúde na mesma garfada. Separei para você alguns preparos deliciosos sem glúten para você já iniciar a sua jornada rumo à saúde vigorosa e se livra de todos os sintomas desagradáveis que falamos acima.

Referências:

  • Dieta sem glúten, Alessio Fasano
  • Amigos da Mente, David Pearmutter
  • Dieta da Mente, David Pearmutter
  • Barriga de Trigo, William Daves

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