Panificação sem glúten

Panificação sem glúten

Baguete, pão francês, pão italiano, pão de hambúrguer, já imaginou aprender como fazer pão caseiro sem glúten e ainda conseguir um dinheiro extra no fim do mês? Se você está procurando alguma área para começar a investir e crescer rapidamente eu te garanto que essa opção vai te surpreender!

Você sabia que entre todas as categorias de alimentos naturais ou de perfil saudável, como os orgânicos, diet e light, os produtos sem glúten têm a maior previsão de crescimento no país até 2022, com aumento nas vendas estimado entre 35% e 40% ao ano?

Pois é, cada vez mais pessoas tem se dado conta da importância de investirem em uma alimentação equilibrada e que traga benefícios. A indústria alimentícia está mudando e junto com ela surge uma excelente e deliciosa oportunidade de negócio.

Uma ideia deliciosa de empreendedorismo!

Você sabia que a maioria dos pães que você compra na padaria não são feitos na hora? As panificadoras recebem o pão congelado apenas para serem assados e vendidos.

A ideia de um pão congelado não é nada atrativa, certo? Pois é, mas é exatamente este pão que as pessoas tem consumido nos últimos anos.

A alimentação perdeu a essência do que é feito com carinho, mas principalmente do que é feito com o propósito de gerar saúde.

Nosso trigo está modificado e o glúten além de não proporcionar nenhum valor nutricional, está acabando com o propósito de qualquer pessoa que quer se alimentar de maneira mais saudável.

Sabendo de tudo isso, a ideia de aprender a fazer pão caseiro sem glúten já parece extremamente sedutora, afinal quem não quer ter a receita para fazer todo tipo de pão, sem glúten e de qualidade em casa? Mas além de oferecer pães saudáveis e deliciosos para sua família e amigos, essa também pode ser uma excelente opção para aumentar sua renda.

Do direito à gastronomia saudável

Trabalhei no Pure Wholefoods, um restaurante de comida natural com deliciosas receitas sem glúten na Austrália. Abri 2 restaurantes no ramo de alimentação saudável em Brasília e ainda fui a consultora responsável por inaugurar a primeira padaria e confeitaria sem glúten da capital. A panificação me abriu portas que eu jamais havia imaginado, mas nem sempre foi assim.

Me formei em direito e trabalhei mais de 10 anos na área. Apesar de gostar do meu trabalho, não podia dizer que era verdadeiramente apaixonada pela advocacia. Por outro lado, sempre tive apreço pela culinária, mas foi somente quando completei 30 anos que veio uma vontade imensa de me reinventar.

Então eu resolvi investir de vez na gastronomia e me especializar na área, especialmente na área da alimentação saudável, mesmo sabendo que poderia ser um risco. Percebi o quanto era complicado encontrar alimentos sem glúten, saudáveis de verdade, que fossem nutritivos, saborosos e práticos, e encontrei uma oportunidade incrível.

O início da panificação sem glúten

Não demorou muito para que as pessoas reconhecessem o valor de comer um pão que fosse verdadeiramente gostoso e saudável.

Me tornei referência entre meu círculo e o negócio tomou proporções incríveis. Jamais imaginava que a panificação poderia me trazer mais gratificação do que qualquer outra área, mas foi exatamente o que aconteceu!

Minha jornada não foi rápida é verdade, e apesar de não poder voltar no tempo para mudar o tanto que demorei para perceber e aprender sobre o incrível negócio que era a panificação sem glúten, eu percebi que eu poderia mudar a história de outras pessoas que estavam procurando entrar no ramo ou que simplesmente desejavam ganhar uma renda extra.

Foi aí que nasceu o curso panificação sem glúten, uma forma incrível que encontrei de ensinar às pessoas TUDO que aprendi sobre como fazer pão sem glúten, tanto em outros países (Argentina e Austrália) como no Brasil, com os meus próprios negócios.

Clique aqui para saber todos os detalhes

Eu espero que você se interesse em descobrir os segredos da panificação sem glúten comigo. Você terá um produto realmente especial para oferecer, com sabor, textura, maciez e aparência que farão as pessoas comerem com os olhos.

Abraço!

Julia Murça