Rejuvelhecer: Aprenda como Priorizar sua Saúde

Escrito por Julia Murça

16 de julho de 2018

REJUVELHECER = LIBERDADE 

Saúde é como liberdade: no dia a dia não ficamos pensando como é bom sermos livres, mas se formos presos, certamente iremos valorizar a beleza da  liberdade.

Há pouca diferença entre doença e prisão. Quando estamos doentes ficamos limitados e  impossibilitados de viver plenamente. Mesmo a população jovem não desfruta de boa saúde como antigamente. Muita gente vivenciando desconfortos diários, problemas mentais e emocionais de forma precoce.  Se não tivermos tempo para cuidar da saúde certamente teremos que gastar tempo para cuidar da doença. Portanto, é importante tomar consciência para evitar desculpas ou adiamentos. A prevenção é o caminho.

CUIDANDO DO FUTURO

Além do cuidado imediato para que sermos saudáveis e felizes agora, precisamos cuidar do nosso futuro.
Apesar da informação sobre saúde não ser mais de propriedade exclusiva dos médicos, e estar agora ao alcance dos nossos dedos, mesmo assim, não temos mais saúde. Pelo contrário, as pessoas têm adoecido mais, precocemente e por mais tempo.

ENTÃO PORQUE ESTAMOS ADOECENDO?

Estamos adoecendo porque temos um olhar limitado sobre o ser humano que somos, nossa biologia, nossa natureza e especialmente um descuido com o corpo que nos sustenta.

“Julgando-se imune à ação do tempo sobre o corpo, a maioria de nós transita apenas na esfera do mental, ignorando os cuidados físicos, numa postura dissociativa que beira a insanidade.
Sergio Abramoff

A prevenção é a melhor cura de todas. A prática da prevenção nos cuidados de saúde deve ser adotada por todos aqueles que compartilham a concepção de que longevidade sem qualidade de vida, ao invés de ser um prêmio, é um penoso castigo. Questione-se: Como você quer passar os últimos anos da sua vida: ativo, feliz, autônomo?

SÓ NÃO ENVELHECE QUEM MORRE CEDO

“Viva com bom senso – entre mil pessoas, somente uma morre de morte natural, o restante sucumbe, a estilos de vida irracionais.”
Maimônides (Séc. XII)

Estamos vivendo cerca de 30 anos a mais do que as gerações passadas. Porém, temos falhado em viver de forma saudável nesses anos extras que ganhamos. No oriente as pessoas passam a vida se preparando para a morte. É cultural. No ocidente temos medo da morte. Evitamos pensar e falar sobre isso. Vivemos como se fôssemos imortais. Sempre buscando prazeres imediatos. Com esse comportamento, esquecemos de cuidar do corpo, que é lembrado quando “inesperadamente incomoda”,  porque adoeceu na hora errada.  Mas um fato é: todos nós vamos morrer. Não é melhor encarar isso de frente e se preparar para essa passagem da melhor forma possível?

“Ao temermos  e ignorarmos a inevitável morte, pecamos por omissão, perdemos referenciais éticos de interação cotidiana, agindo de forma egoísta com os semelhantes e irresponsável com os descendentes.”
Sergio Abramoff

DOENÇAS CRÔNICAS

Doenças crônicas referem-se à doenças presentes pelo resto da vida da pessoa, envolvendo não só o paciente afetado, mas toda a sua família, com encargos emocionais e financeiros de enorme magnitude.  O Centro de Controle de Doenças e Prevenção (CDC) dos Estados Unidos estima que 80% das doenças cardíacas e dos AVCs, 80% dos casos de diabetes tipo 2 e 40 % dos casos de câncer poderiam ser prevenidos por hábitos de vida saudáveis.  

O mundo está doente, porém, 80% das doenças que assolam o ser humano hoje são preveníveis.

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE

O Ministério da Saúde divulgou, em abril de 2017, dados que revelam o aumento da obesidade no Brasil. Segundo o levantamento, uma em cada cinco pessoas no País está acima do peso.
A prevalência da doença passou de 12%, em 2006, para quase 20%, em 2016.
O crescimento da obesidade  colabora diretamente para o aumento de hipertensão arterial, doenças cardíacas e diabetes.
A hipertensão arterial é um importante fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Quem tem diabetes,  tem 50% mais chance de ter Alzheimer. É um efeito cascata.

IDADE BIOLÓGICA X IDADE CRONOLÓGICA

Uma pesquisa mostra uma triste realidade: Brasileiros passam 1/5 da sua vida incapacitados. Incapacitados quer dizer em cadeiras de rodas, sem memória, dependendo do uso de fraldas, sem autonomia.  Estamos adoecendo e envelhecendo muito mais e mais rápido do que antigamente. Várias pesquisas têm estudado o envelhecimento biológico e cronológico. O tempo não passa igualmente para todos.

IDADE BIOLÓGICA X IDADE CRONOLÓGICA

É isso que uma equipe internacional de cientistas coordenada pela Universidade Duke dos Estados Unidos está mostrando. Os pesquisadores usaram o Estudo de Dunedin, que reuniu informações sobre a saúde de mais de 1.000 pessoas da cidade neozelandesa de Dunedin, desde que nasceram, entre 1972 e 1973, até a atualidade.  Embora todos tivessem 38 anos, alguns deles correspondiam à idade biológica de 28 anos, enquanto outros chegavam aos 61 anos. Os autores deste trabalho também observaram que quem envelheceu mais rápido e  com idade biológica maior, sofria uma queda mais rápida do quociente intelectual, com maior risco de demência e pior equilíbrio.

ESTILO DE VIDA PREVENTIVO

Esse estudo tem a intenção de desenvolver e verificar a eficiência de tratamentos anti-idade aplicáveis antes que a deterioração física surja na forma de doenças. O responsável pelo estudo Dr. Dan Belskey, diz que o objeto do estudo é identificar metas para a prevenção do envelhecimento precoce relacionada a fatores como estilo de vida, meio ambiente, alimentação e atividade física, pois ele explica que Tentar retardar o envelhecimento de pessoas que já desenvolveram doenças crônicas é uma corrida morro acima. Temos como atuar na prevenção. Alguns estudos interessantes mostram que o nosso estilo de vida e o meio ambiente são responsáveis por 80% da nossa saúde, e determinantes para a forma como envelhecemos.

80% FRUTO DAS NOSSAS ESCOLHAS

Isso quer dizer que esse envelhecimento biológico precoce ou retardado está 80% relacionado as nossas escolhas.
Se a nossa saúde e a forma como envelhecemos está nas nossas mãos, podemos mudar nosso destino.
Um estudo da Universidade de Stanford comprova isso mostrando o peso dos fatores que fazem uma pessoa viver mais de 65 anos. Neste estudo, os pesquisadores concluem que:  60% está no estilo de vida ou nossas escolhas, 20% está no meio ambiente que a pessoa vive, também nossa escolha,  15% por genética e 5% por assistência médica.
Seu destino não está nos seus genes e sim nas suas escolhas. As escolhas atuais na sua vida é que vão determinar a sua saúde no futuro. Somos 100% responsáveis pela nossa saúde.

ESTÁ EM NOSSAS MÃOS

Felizmente temos em mãos amplas possibilidades de evitar os males que nos ameaçam: doenças cardiovasculares, demências, câncer, fragilidade, doenças osteomusculares e depressão. Já sabemos que nossas opções alimentares, o stress que vivenciamos ou evitamos, os exercícios que fazemos ou deixamos de fazer, a qualidade do nosso sono e até os relacionamentos que escolhemos, impactam diretamente na nossa saúde. Precisamos então, rever todas as nossas escolhas cotidianas, incluindo as crenças que nos limitam. Quando o assunto é transformação, seja ela alimentar ou em qualquer área da vida, se você pensa que não consegue, de fato você não conseguirá. Se você pensa que consegue, estará certo também.

CRENÇAS LIMITANTES

Temos duas grandes crenças limitantes atuando na nossa sociedade hoje. Uma é que adoecer é normal. Faz parte da vida. Todo mundo adoece. Outra é que ao envelhecer é inevitável que você adoeça.  Envelhecer virou sinônimo de adoecer. Mas isso não necessariamente é verdade.  É possível vivermos sem nenhum tipo de doença e envelhecermos com vigor e alegria até o último suspiro.  Mas então como reverter esse processo de adoecer e envelhecer precocemente? Primeiro compreender a causa e, segundo, agir na causa.

AGINDO NA CAUSA

As doenças crônicas como obesidade, diabetes, cardíacas, hipertensão, câncer e as doenças degenerativas do sistema nervoso, como Parkinson, Alzheimer e esquizofrenia, entre outras, são evitáveis.  Mais e mais estudos mostram isso. Basta perceber que essas doenças não existiam a 100 anos atrás. Alguma coisa desencadeou o surgimento dessas doenças e não foi o nosso DNA que é o mesmo dos nossos antepassados.  Foi nosso estilo de vida que mudou essa história. Passamos de uma alimentação natural para uma alimentação artificial. De pouca quantidade de comida para uma grande quantidade ao alcance das nossas mãos. De uma vida de plena atividade fí­sica diária para uma vida sedentária. Da pureza para a poluição.  Vivemos hoje uma vida estressante, num meio ambiente poluído. Poluição alimentar, visual, auditiva, atmosférica e eletromagnética. Mas não somos vítimas das circunstâncias, do ambiente ou da genética.

CONHECIMENTO É PODER

Conhecimento é poder. Para poder colher resultados positivos para a sua saúde é preciso estudar um pouco. Ocupamos um corpo complexo, cheio de recursos incríveis. Milhares de processos biológicos ocorrem a todo instante. Se você não sabe como ele funciona, como poderá cuidar dele?  Se auto conhecer é primordial para se ter saúde.  Muitas pessoas fazem constantes resoluções de saúde e fitness bem intencionadas, geralmente no primeiro dia do ano ou, os mais animados, toda segunda. Em vez de resoluções, devemos falar de compromissos. O compromisso envolve um plano de ação real e se responsabilizar é o ponto crítico. Embora muitos concordem que a saúde é realmente importante e deve ser colocada como uma prioridade, a realidade é que muitos não conseguem fazer isso. Tornar a sua saúde uma prioridade , não é cumprir frequentes visitas ao médico, ou tomar o remédio que lhe foi prescrito. A ideia é aprender a cuidar de si mesmo. A maioria das pessoas pensa que seu estilo de vida é razoavelmente saudável,  mas seus hábitos alimentares, peso e saúde geralmente contam uma história diferente. 

A PRINCIPAL DESCULPA

A principal desculpe é a falta de tempo. A verdade é que nunca teremos tempo para as coisas que não são prioridade. Por isso, precisamos primeiro estabelecer a prioridade e depois efetivar um plano.  Esta falta de tempo para cuidar do bem-estar e do próprio corpo mostra uma total inversão de valores, o que é preocupante.  O que pode ser mais importante do que saúde? Sem saúde não somos capazes de fazer nada, trabalhar, cuidar dos filhos, se divertir. Faça o que for preciso para garantir que você tenha tempo para cuidar de você mesmo. 

DICA

EVITE DIZER QUE NÃO TEM TEMPO. A neurolinguística explica. Na maioria dos casos o problema não é falta de tempo, mas falta de organização.

A saúde como prioridade é uma boa coisa para ensinarmos aos nossos filhos e a melhor maneira de fazer isso é pelo exemplo.

Não há tempo melhor do que agora para colocar sua saúde em primeiro lugar. Encontre maneiras para colocar isso acima de tudo. Quando você está saudável, todas as outras áreas da sua vida são mais agradáveis e benéficas, inclusive para  ​​para todas aquelas pessoas que passam o tempo ao seu redor.

Sim, exige esforço diante de tantas adversidades, mas com um compromisso interno e um plano de ação como o que você vai encontrar nesse curso, você terá sucesso!

ZONAS AZUIS

Podemos e devemos aprender com o exemplo de outras pessoas. Que tal copiar o estilo de vida das pessoas mais saudáveis do mundo?
Certamente podemos aprender muito observando os elementos em comum no estilo de vida das pessoas mais longevas e saudáveis. Ainda, de acordo com os pesquisadores, a expectativa de vida média de uma pessoa pode aumentar de dez a doze anos ao adotar os hábitos mais importantes presentes nas zonas azuis.
Gerontologistas usam o termo ‘longevidade’ para se referir a qualquer indivíduo que ultrapassou os 90 anos e continua ativamente funcional.
Uma ilha japonesa, um vilarejo montanhoso na Itália, uma comunidade religiosa nos EUA, outra litorânea na Grécia e uma região peninsular da Costa Rica.

  • Okinawa, Japão – com  mulheres com mais de setenta anos de idade é a população mais longeva do mundo
  • Barbágia da Sardenha – região de planaltos montanhosos do interior da Sardenha com a mais elevada concentração de centenários do sexo masculino
  • Adventistas do Sétimo Dia – sua maior concentração está ao redor de Loma Linda, na Califórnia. Eles vivem dez anos mais do que suas contrapartes norte-americanas
  • Icária, Grécia – ilha egeia com uma das menores taxas de mortalidade de meia idade e as menores taxas de demência do mundo
  • Península de Nicoya, Costa Rica – apresenta as menores taxas de mortalidade de meia idade do mundo e a segunda mais alta concentração de centenários do sexo masculino

Ao redor do mundo existe cinco zonas que têm uma característica em comum: a tendência de seus habitantes a viverem mais do que a média geral de seus países.
Quem identificou pela primeira vez esse fenômeno foi uma equipe de demógrafos comandada pelo belga Michel Poulain, em 2004.
O estudo de uma comunidade montanhosa na Sardenha, ilha da Itália, demonstrou estatisticamente que os homens daquela população eram mais longevos em proporções “incomumente altas”. Os resultados foram publicados na revista científica Experimental Gerontology. Partindo desses dados, o autor e empresário americano Dan Buettner, em parceria com a National Geographic Society passou mais de uma década identificando e estudando regiões que concentram altas proporções de longevidade. São as chamadas “zonas azuis”. Dan Buettner reuniu um time de médicos, antropólogos, demógrafos e epidemiologistas para procurar por denominadores comuns entre estes cinco lugares e descobrir quais elementos são decisivos para a longevidade.

CENTENÁRIOS


As populações dessas regiões vivem mais de uma década do que a média do resto do mundo, têm proporcionalmente mais habitantes centenários e apresentam baixíssimos casos de doenças consideradas comuns na fase adulta. 

As zonas azuis estão em diferentes partes do mundo, com características climáticas, culturais e históricas bem distintas, mas o estilo de vida de seus habitantes, de acordo com a pesquisa, tem nove fatores em comum.  

Seguem as características comuns desses vitoriosos da saúde!

1. MOVIMENTO

Nestes locais, o movimento é parte natural da rotina. Atividades como o cultivo de jardins e hortas, marcenaria e caminhadas são parte da vida diária. O exercício faz parte da vida!

2. PROPÓSITO

As pessoas nas zonas azuis tendem a ter um forte senso de seu propósito de vida, tendo uma razão pela qual se deve levantar pela manhã.
Este propósito associado à sensação de pertencimento, traz benefícios para outras pessoas e para a comunidade, criando ânimo, satisfação e apreciação pela vida.

3. ADMINISTRAÇÃO DO ESTRESSE E ELIMINAÇÃO DO ESTRESSE DESNECESSÁRIO

O estado de estresse crônico é a principal causa de doenças e de infelicidade no mundo hoje. Ele leva à inflamação sistêmica, que está associada com as principais doenças relacionadas à idade.  Estresse é parte da vida, mas o modo como lidamos com o estresse faz toda a diferença.  As pessoas mais longevas do mundo sabem eliminar o estresse desnecessário e administrar o estresse inevitável.   A lição aqui é desenvolver maneiras saudáveis de apreciar a vida e descarregar as tensões naturais do dia a dia.

4. “REGRA DOS 80%”

A restrição calórica e o jejum intermitente são práticas comuns nas zonas azuis. Coma até que sua barriga esteja 80% cheia. Evite os excessos.
Pesquisas demonstram que o jejum estimula a renovação das células (autofagia), fortalece o sistema imune e reduz o risco de desenvolver doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.

5. COMIDA DE VERDADE

Um aspecto em comum de todas essas regiões é o baixo consumo de produtos industrializados e refinados. Vegetais frescos, frequentemente cultivados nos quintais, produtos animais de boa qualidade, grãos e leguminosas preparados tradicionalmente constituem a dieta típica.

6. VALORES ELEVADOS QUE INSPIREM E ORIENTEM

A fé e a dedicação à princípios morais e espirituais desempenha um grande papel na vida dos habitantes das zonas azuis. Usualmente este conjunto de crenças e princípios fortalece o vínculo entre as pessoas, criando um senso de pertencimento que provê suporte social e pode ajudar a aliviar a depressão e a solidão.  Todos os 263 centenários entrevistados (exceto cinco) pertenciam a alguma comunidade com base na fé.

7. FAMÍLIA EM PRIMEIRO LUGAR

Nas zonas azuis, as famílias são mantidas por perto. Isso muitas vezes inclui os pais com mais idade morando na mesma casa ou bem próximos dos outros membros da família.
Essa proximidade é especialmente importante para o convívio social dos mais velhos, contribuindo muito para a saúde e o equilíbrio mental e emocional. Estudos mostram que ter pais e avós por perto também diminui as taxas de doenças e mortalidade das crianças na casa.

8. SUA “TRIBO”

Conviver com aqueles em quem confiamos e com os quais temos afinidade reforça nossas qualidades e nos traz um benéfico senso de segurança e pertencimento.  Estar cercado de pessoas que promovam comportamentos saudáveis e positivos é ainda mais importante.   Pesquisas a partir dos Estudos Framingham mostram que o tabagismo, a obesidade, a felicidade e até mesmo a solidão, são todos contagiosos. As conexões sociais das pessoas mais longevas contribuem favoravelmente para os seus hábitos e atitudes saudáveis. 

9.  TOXINAS

Todas as regiões pesquisadas são relativamente livres de poluentes pesados, como os encontrados em áreas industriais e urbanas densamente povoadas.  
Além disso, quando há consumo de álcool, este é baixo ou moderado, sendo que a principal bebida consumida é o vinho, feito artesanalmente a partir de uvas orgânicas, portanto oferecendo polifenóis benéficos. Outro fator importante é que existe pouco consumo de produtos e cosméticos industrializados, outra grande fonte de toxinas, com ingredientes de baixa qualidade e aditivos químicos diversos.

ESCOLHA!

80% das doenças  que assolam a humanidade hoje podem ser prevenidas com melhores escolhas. Cada escolha gera uma consequência.

É preciso compreender isso.

Não dá pra levar a vida de qualquer jeito e depois querer uma pílula mágica que resolva tudo. Plante hoje o que você quer colher amanhã. Plante saúde e colha alegria, vitalidade e longevidade.

Referências:

 

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